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MAMMOTH IVORY CARVING
35 X 8 X 5 CM.
PESO: 725 G.
BASE: 6 X 14 X 10 CM.
Presa marfim de Mamute, extinto há 15.000 anos, fossilizado.
Cotação internacional média: vide fotos
Consta de finíssima talha:
OITO IMORTAIS TAOÍSTAS: HAN XIANG ZI, com flauta; LAN CAI HE com cesto de flores;
ZHONGLI QUAN o líder com duas ventarolas; HE XIAN GU com flor de Lótus; LU DONG BIN com espada; LI TIE GUAI com muleta de ferro; CAO GUO JIN com uma tábua de jade imperial; ZAN GUO LAO tubo com penas de Fênix.


____SOBRE O ENTALHE:
A longa história do marfim esculpido remonta aos tempos antes das dinastias Qin e Han. Nas dinastias Ming e Qing o nível técnico e artístico atingiu um clímax. Durante o período da República da China, a escultura de marfim era uma escola independente incomparável. A essência desse ofício permanece, até hoje, graças à transmissão de mestre-discípulo nas oficinas de famílias que vivem do oficio da escultura.
Com a proibição da importação de marfim africano e o enriquecimento da população chinesa, as grandes obras de marfim - símbolo de status - estão se tornando no Oriente cada vez seletas e de valores elevados.
___SOBRE O MARFIM DE MAMUTE:
A partir do ano de 1989, devido a leis internacionais de preservação dos elefantes, o marfim de mamute, originário das regiões isoladas na Sérvia e Ártico passou a ser garimpado durante os curtíssimos meses de verão, por caçadores de marfins fósseis, que enfrentam ventos gelados e águas frias, procurando as presas que aparecem com o derretimento do gelo. A maior parte do marfim tem uma coloração azulada ou acastanhada devido a ter ficado enterrado em solo rico de minerais por milhares de anos. O marfim sólido, com pouca ou nenhuma descoloração, como o usado nesta escultura, tem preço muito mais elevado.
Após as presas de mamute serem encontradas, são transportadas para a China continental onde especialistas e requintados escultores de marfim esculpem primorosas cenas artísticas.
Regiões árticas, incluindo Rússia e Sibéria tem depósitos de marfim de mamute que estão sendo constantemente explorados, o que torna marfim de mamute um recurso limitado. Esta é a razão para o elevado preço deste marfim.
_____Segundo o site norte americano www.paulfrasercollectibles.com, valores das colecionáveis ​​chinesas aumentaram 5.000% em nove anos.
R$ 45.000,00
Carybé, Hector Julio Paride Bernabó
MODERNISMO LATIN AMERICA

CARYBÉ (Lanús, Argentina 1911 - Salvador-BA 1997)
50 X 35 CM. / 68 X 53 CM.
"SAMBA DE RODA", 1984.

Em 1928 ingressa na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Foi pandeirista de Carmen Miranda, em Buenos Aires, por três temporadas.
Na Argentina, faz sua primeira exposição , em 1939, no Museu Municipal de Belas Artes, em Buenos Aires.
Em 1945, realiza sua primeira exposição individual no Brasil, na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil, no Rio de Janeiro.
Em 1951 ganha a Medalha de Ouro da 1ª Bienal Internacional de Livros e Artes Gráficas, pelas ilustrações do livro Bahia, Imagens da Terra e do Povo, de Odorico Tavares.
Em 1952, vai a São Paulo, trabalhar no filme O Cangaceiro, de Lima Barreto. Fez 1600 desenhos de cena (storyboard). Segundo consta, foi a primeira vez na história do cinema em que um filme foi desenhado cena por cena. Carybé foi diretor artístico do filme, tendo também participado dele como figurante.
Em 1955, ganha o 1º Prêmio Nacional na III Bienal de São Paulo.
Em 1958, realiza o mural do Banco Português.
Em 1960, pinta grandes painéis do terminal da American Airlines no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova Iorque.
Em 1961, é homenageado com Sala Especial na VI Bienal de São Paulo.
Em 1962, faz expõe no Museu de Arte Moderna, em Salvador, e publica o livro As Sete Portas da Bahia.
Em 1963, expõe no Nigerium Museum, e desenha com índios, pássaros e bichos o mapa do Brasil que decorava os aviões Electra II, da Varig.
Nos anos 60, cria os painéis:
de concreto, com 15 por 5 metros, para a fachada de um prédio na praça Castro Alves, em Salvador.
Mural em concreto para a fábrica da Willys, em Recife.
Mural Índios, em óleo sobre madeira, para o Banerj, no Rio de Janeiro;
Mural em concreto, medindo 3 X 36 metros, para Bradesco, da rua Chile, em Salvador,
Orixás, série de painéis em madeira, para o Banco da Bahia.
Em 1966, participa de exposições em Bagdá pela da Fundação Calouste Gulbenkian e Roma organizada por Assis Chateubriand.
Em 1967 recebe o Prêmio Odorico Tavares como Melhor Artista Plástico de 1967.
Em 1968, à rainha da Inglaterra, recebe um quadro de Carybé ofertado pelo governo do Estado da Bahia.
Em 1969 ilustra Ninguém Escreve ao Coronel, livro de Gabriel Garcia Márquez, iniciando uma parceria que levaria todos os livros do autor publicados posteriormente no Brasil a serem ilustrados por Carybé.
Em 1969, viaja com Pierre Verger para o Benin, na África.
Em 1971 Ilustra Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez.
Em 1972, pinta o mural Nordeste, em óleo sobre madeira, medindo 3 por 13 metros, para o BNB de Salvador.
Em 1973, é medalha de ouro na 1ª Exposição de Belas Artes Brasil/Japão, em Tóquio, Atami, Osaca, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Em 1973, cria o mural da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia em concreto com 11 X 16m, e participa da Sala Especial - Homenagem a Tarsila do Amaral, na XII Bienal de São Paulo.
Em 1974, publica o álbum de xilogravuras Visitações da Bahia e, já em 1976, faz as ilustrações para o livro O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado.
Em 1977, entrega duas estátuas para o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro
Em 1978 faz o mural Fundação da Cidade de Salvador de 4 X 18m para o Baneb e, ilustra A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água, de Jorge Amado.
Em 1979, faz o mural do Parque da Catacumba, no Rio de Janeiro em concreto de 2,20 por 1,10 metros.
Em 1981, vê mais de 15 mil pessoas comparecerem ao Largo do Pelourinho para comemorar seus 70 anos. Na ocasião, lança o livro Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia, fruto de trinta Em 1982, recebe o título de Doutor Honoris Causa, da Universidade Federal da Bahia.
Em 1984, expõe na Cidade do México, no Museo Nacional de Las Culturas.
Realiza exposição individual no Philadelphia Arts Institute, nos Estados Unidos.
Cria a escultura Homenagem à Mãe Baiana em bronze de 3,30 metros em Salvador.
Molda três murais para o Hotel da Bahia em concreto com 108 metros quadrados e pinta outro para o Aeroporto Internacional de Salvador (óleo sobre tela; 2,08 por 5 metros).
Em 1985, ilustra o livro de Pierre Verger.
Em 1986, realiza a exposição Retrospectiva 1936/1986, no Núcleo de Arte do Desembanco.
Em 1989, faz uma mostra individual no MASP
...
R$ 29.000,00
Carybé, Hector Julio Paride Bernabó
MODERNISMO LATIN AMERICA

CARYBÉ (Hector Julio Páride Bernabó - Lanús, Argentina 1911 - Salvador-BA, 1997)
120 X 100 CM.
ÓLEO SOBRE TELA.
"MADRES DE LA PLAZA DE MAYO"-BUENOS AIRES.
DÉCADA DE 1970.

Entre 1976 e 1983, milhares de jovens na Argentina foram sequestrados secretamente, torturados e assassinados por agentes do Estado. Suas mães e avós se reuniam para testemunhar a ausência de seus filhos.

Em 1928 ingressa na Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Foi pandeirista de Carmen Miranda, em Buenos Aires, por três temporadas.
Na Argentina, faz sua primeira exposição , em 1939, no Museu Municipal de Belas Artes, em Buenos Aires.
Em 1945, realiza sua primeira exposição individual no Brasil, na sede do Instituto dos Arquitetos do Brasil, no Rio de Janeiro.
Em 1951 ganha a Medalha de Ouro da 1ª Bienal Internacional de Livros e Artes Gráficas, pelas ilustrações do livro Bahia, Imagens da Terra e do Povo, de Odorico Tavares.
Em 1952, vai a São Paulo, trabalhar no filme O Cangaceiro, de Lima Barreto. Fez 1600 desenhos de cena (storyboard). Segundo consta, foi a primeira vez na história do cinema em que um filme foi desenhado cena por cena. Carybé foi diretor artístico do filme, tendo também participado dele como figurante.
Em 1955, ganha o 1º Prêmio Nacional na III Bienal de São Paulo.
Em 1958, realiza o mural do Banco Português.
Em 1960, pinta grandes painéis do terminal da American Airlines no Aeroporto John F. Kennedy, em Nova Iorque.
Em 1961, é homenageado com Sala Especial na VI Bienal de São Paulo.
Em 1962, faz expõe no Museu de Arte Moderna, em Salvador, e publica o livro As Sete Portas da Bahia.
Em 1963, expõe no Nigerium Museum, e desenha com índios, pássaros e bichos o mapa do Brasil que decorava os aviões Electra II, da Varig.
Nos anos 60, cria os painéis:
de concreto, com 15 por 5 metros, para a fachada de um prédio na praça Castro Alves, em Salvador.
Mural em concreto para a fábrica da Willys, em Recife.
Mural Índios, em óleo sobre madeira, para o Banerj, no Rio de Janeiro;
Mural em concreto, medindo 3 X 36 metros, para Bradesco, da rua Chile, em Salvador,
Orixás, série de painéis em madeira, para o Banco da Bahia.
Em 1966, participa de exposições em Bagdá pela da Fundação Calouste Gulbenkian e Roma organizada por Assis Chateaubriand.
Em 1967 recebe o Prêmio Odorico Tavares como Melhor Artista Plástico de 1967.
Em 1968, à rainha da Inglaterra, recebe um quadro de Carybé ofertado pelo governo do Estado da Bahia.
Em 1969 ilustra Ninguém Escreve ao Coronel, livro de Gabriel Garcia Márquez, iniciando uma parceria que levaria todos os livros do autor publicados posteriormente no Brasil a serem ilustrados por Carybé.
Em 1969, viaja com Pierre Verger para o Benin, na África.
Em 1971 Ilustra Cem Anos de Solidão, de Gabriel Garcia Márquez.
Em 1972, pinta o mural Nordeste, em óleo sobre madeira, medindo 3 por 13 metros, para o BNB de Salvador.
Em 1973, é medalha de ouro na 1ª Exposição de Belas Artes Brasil/Japão, em Tóquio, Atami, Osaca, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.
Em 1973, cria o mural da Assembleia Legislativa do Estado da Bahia em concreto com 11 X 16m, e participa da Sala Especial - Homenagem a Tarsila do Amaral, na XII Bienal de São Paulo.
Em 1974, publica o álbum de xilogravuras Visitações da Bahia e, já em 1976, faz as ilustrações para o livro O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá, de Jorge Amado.
Em 1977, entrega duas estátuas para o Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro
Em 1978 faz o mural Fundação da Cidade de Salvador de 4 X 18m para o Baneb e, ilustra A Morte e a Morte de Quincas Berro d'Água, de Jorge Amado.
Em 1979, faz o mural do Parque da Catacumba, no Rio de Janeiro em concreto de 2,20 por 1,10 metros.
Em 1981, vê mais de 15 mil pessoas comparecerem ao Largo do Pelourinho para comemorar seus 70 anos. Na ocasião, lança o livro Iconografia dos Deuses Africanos no Candomblé da Bahia, fruto de trinta Em 1982, recebe o título de Doutor Honoris Causa, da Universidade Federal da Bahia.
Em 1984, expõe na Cidade do México, no Museo Nacional de Las Culturas.
Realiza exposição individual no Philadelphia Arts Institute, nos Estados Unidos.
Cria a escultura Homenagem à Mãe Baiana em bronze de 3,30 metros em Salvador.
Molda três murais para o Hotel da Bahia em concreto com 108 metros quadrados e pinta outro para o Aeroporto Internacional de Salvador (óleo sobre tela; 2,08 por 5 metros).
Em 1985, ilustra o livro de Pierre Verger.
Em 1986, realiza a exposição Retrospectiva 1936/1986, no Núcleo de Arte do Desembanco.
Em 1989, faz uma mostra individual no MASP
...
R$ 120.000,00
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