I want to sign up
If you are not yet registered, click here to continue.
Decio Rodrigues Villares
DÉCIO VILLARES (1851-1931)
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
Pintor foi responsável por executar a primeira pintura da bandeira do Brasil.
Escultura em bronze: "República".
Medidas: 21 x 19,3 x 11,4 cm. com base; 18 x 16 x 10 cm. (escultura).

Décio Villares em muito explorou o tema da República: Nesta representação rara em bronze, observamos uma senhora com o os seios à mostra, remetendo-nos a Mariane - Representação da República Francesa posta a sanar a fome do povo.

BIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta, foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da Republica.

Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso".
Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada
Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império.
A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença.
Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III.
Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro.
Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional.
Por suas ideias positivistas, recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso.
Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas.
Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel.
Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes.
Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes.
No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares.
No dia seguinte a sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo no seu ateliê.
R$ 2.800,00
Decio Rodrigues Villares
DECIO VILLARES.
CLICK AQUI E ASSISTA O VIDEO
óleo s/tela,
Med. 35 x 25 cm. / 47 x 37 cm.
Datado 1900.

BIOGRAFIA: Em 1889, Benjamin Constant, ministro da Guerra da República Velha, aprovou a arte final, que serviu de base à pintura a óleo de Villares. Esta, foi molde para que as costureiras confeccionassem as primeiras bandeiras da Republica.

Os republicanos, defendiam a separação de Estado e Igreja e apoiaram o desenho da Bandeira Nacional, concebido por Raimundo Teixeira Mendes em novembro de 1889, após a Proclamação da República. Os rascunhos foram feitos em dois papéis, sendo que Décio Villares foi o responsável pelo desenho da esfera, onde vem as estrelas e os dizeres "Ordem e Progresso".
Em 2010, foi furtada. A Polícia Federal e a Interpol foram acionadas, mas a obra até hoje não foi recuperada
Filho de um monarquista detentor do título de Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, garantiu-lhe a entrada no Colégio Pedro II e depois na Academia Imperial de Belas Artes, onde matriculou-se na principal instituição de ensino superior em Artes Plásticas do país, relevante para a vida cultural do Império.
A partir 1870, Villares foi caricaturista na Comédia Social, publicada por Pedro Américo e seu irmão Aurélio de Figueiredo. Posteriormente, Aurélio e Villares trabalharam juntos no atelier de Pedro Américo em Florença.
Estudou na Europa por nove anos no exterior, tendo em 1872, quando foi para Paris e matriculou-se no atelier de Alexandre Cabanel, artista francês dos mais influentes na pintura acadêmica e opositor dos impressionistas - era o preferido de Napoleão III.
Villares foi premiado no Salão de Paris de 1874, ganhando a medalha de ouro de melhor pintura de artista estrangeiro.
Em sua estadia em Paris, Villares, deixa o catolicismo e afirma-se na perspectiva positivo-materialista inaugurada pelo filósofo Auguste Comte e, pinta a obra Virgem da Humanidade para o Templo Positivista de Paris. O positivismo torna-se uma constante na sua obra, inclusive o lema "Ordem e Progresso", que usou na bandeira nacional.
Por suas ideias positivistas, recusa a se naturalizar francês, e perde o cargo de professor da Académie des Beaux-Arts de Paris, conquistado em concurso.
Regressado ao Brasil em 1881, trabalhou esculturas e vários bustos de personagens históricas.
Após seu retorno da Europa, Villares juntamente com Aurélio de Figueiredo recebem uma grande encomenda oficial: 18 telas retratando índios Botocudos para a Exposição Antropológica de 1882, no Museu Nacional com a presença do imperador, D. Pedro II, e da princesa Isabel.
Em 1887, foi eleito professor de pintura histórica na Academia Imperial de Belas Artes, mas nunca assumiu, pedindo inclusive a extinção da Academia de Belas Artes.
Morreu considerado insubordinado recusou o cargo de professor na Ècole de Beaux Arts de Paris e, ao voltar ao Brasil, na Escola Nacional de Belas Artes.
No Museu Nacional de Belas Artes se encontram 22 trabalhos de Villares.
No dia seguinte a sua morte parte de suas obras é incendiada por sua esposa, que num acesso de loucura ateou fogo no seu ateliê.
R$ 6.600,00
GOA - ÍNDIA - SÉCULO XVIII - CRUCIFIXO INDO-PORTUGUÊS.

O Cristo em MARFIM é um portentoso exemplar da iconografia na colônia oriental.
 
CRISTO VIVO, agonizante: a posição elevada do rosto com expressão contemplativa: boca aberta, olhos globulares, abertos numa expressão de placidez e conformidade plenas. Cabelos com sulcos fundos e paralelos divididos ao meio, caídos em ambos os lados da cabeça, barba volumosa dividida em rolos.
A clavícula marcada, pescoço grosso, braços e pernas roliços e sem músculos salientes, os pés altos com dedos frustes, são típicas das oficinas da COSTA DO MALABAR (onde Vasco da Gama chegou em 1498). 
Os exemplares rígidos, frustes, barbudos e de estatura curta, são típicos dos Crucifixos Cíngalo- Portugueses (Ceilão, século XVII, atual SRI LANKA.)

EM JACARANDÁ, a cruz tem haste muito alta. A pesada base semicircular entalhada em Godrões e folhas de Acantos se distingue por ter como elemento intermediário, o formato de VASO OU ÂNFORA, com alças laterais sinuosas, penachos e rematadas em quadrifólios. DA TRADIÇÃO: "VAS INSÍGNE DEVOTIÓNIS" (Vasoinsigne de devoção); ÁRVORE DE JESSÉ”, alegoria genealógica dos Reis de Judá, consagrando a Conceição Imaculada, “árvore saída da raiz de Jessé”, pai de Davi e do qual Cristo é a flor e o fruto.
Medidas: 110 x 42 x 14 cm.


SOBRE:
GOA, a partir de 1510, foi a capital do Estado Português da Índia. É o menor dos estados indianos em território, quarto menor em população e o mais rico em PIB per capita.
Ainda existem pessoas que falam português, devido ao domínio de Portugal na região por mais de 400 anos.

A ação missionária em Goa:
Goa destacou-se por ter sido sede de duas grandes ações civilizadoras portuguesas no Oriente: a religiosa e a educacional.

Foi considerada a "Roma do Oriente", erigida em Sé Metropolitana das dioceses de Moçambique, Ormuz, Cochim, Meliapor, Malaca, Nanquim e Pequim na China, e Funay no Japão, a partir de 4 de Fevereiro de 1557. Dali partiram para o apostolado os grandes vultos do catolicismo português no Oriente, como São Francisco Xavier e São João de Brito.

As suas principais cidades são Vasco da Gama, Pangim, Margão e Mapuçá.
R$ 18.000,00
WELCOME TO THE GALLERIES, AUCTIONS IN BRIEF
Em cada galeria
partners
visit
Contact
Horário de Atendimento: das 12:30h às 17:30h, das 19:00h às 22:00h e em plantão durante os leilões.
Phone iArremate: (35) 99935-4693
E-mail: sac@iarremate.com
Where are we
Pça Ismael de Souza, 11, sala 9H - Estação
São Lourenço - MG
CEP: 37470-000
Plantão durante o pregão
Telefone: (35) 99948-4697
E-mail: suporte@iarremate.com
© iArremate - Portal de Arte (2013-2021) - powered by PPSW
All rights reserved. No part of this web page may be reproduced in any way or by any means without the prior written consent of iarremate.com.br.
The unauthorized use or copying of any content of this site, including user accounts or products offered will result in permanent account cancellation.